domingo, 14 de junho de 2015

que saudades de mim
que saudades da inocência
antes,  quando os domingos eram tristes,  escrevia-te, depois vinha a  música que me enchia a alma e a dor passava, nessa altura eu acreditava
hoje é domingo, a chuva fora de época lava os vestigios da festa, a música está cá mas eu ainda não compareci, já não acredito, é só domingo.