que saudades de mim
que saudades da inocência
antes, quando os domingos eram tristes, escrevia-te, depois vinha a música que me enchia a alma e a dor passava, nessa altura eu acreditava
hoje é domingo, a chuva fora de época lava os vestigios da festa, a música está cá mas eu ainda não compareci, já não acredito, é só domingo.
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